Work Experience USA

Intercâmbio Work Experience USA : Como escolhi

Resolvi fazer intercâmbio, e a opção foi o Work Experience USA. Sempre cresci com a ideia que ir para o exterior, seja pra estudar ou trabalhar. Quando a oportunidade chegou, bateu aquela incerteza do que fazer. Revirei a internet em busca de opções e fui em várias agências de viagem em busca de uma ideia.



Work Experience USA

Como na época eu estava fazendo faculdade, me sugeriram o programa de Work Experience USA. Esse intercâmbio é realizado durante as férias da faculdade onde você vai para os Estados Unidos para trabalhar. O período de intercâmbio é de 3 meses de trabalho e você ainda pode ficar 1 mês viajando, entre os meses de novembro a março. E sabe o que é melhor? Você recebe doletas para isso!

»» Estados Unidos – Opções de trabalho na América

Trabalho

Durante o Work Experience USA você tem a oportunidade de entrar de cabeça na cultura americana por trabalhar em resorts, hoteis, parques temáticos, estações de esqui e outros.

»» Work Experience : Feira de Contratação

O processo para conseguir o trabalho consiste em fazer uma entrevista com o empregador lá dos EUA. Esses empregadores já fazem parte do processo do Work Experience. Seu agente de viagens vai te enviar as vagas com a descrição do que irá fazer, quanto irá ganhar e se nesse trabalho tem hospedagem e alimentação inclusa.

Existe uma feira de contratação, realizada geralmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Lá se reuni vários empregadores e participantes que realizam a entrevista, e podem ou não serem aprovados. Ou você pode opinar por realizar a entrevista via Skype, dependendo do empregador.

Eu trabalhei no Hotel Renaissance Palm Springs, localizado em Palm Springs na Califórnia. Meu trabalho era ser busser, que era ajudar o garçom a manter as mesas do restaurante do hotel organizadas. A rotina do trabalho era bem legal. Existia dias que eu praticamente corria de um lado pro outro, e outros que não aparecia um gato tomar café.

»» Meu resumo do Work Experience

Work Experience USA não é mole 

Tem muita gente que desiste do intercâmbio por não aguentar a pegada. As vezes, pode ser que seja o primeiro trabalho da pessoa. E a pessoa simplesmente não aguenta. No meio das pessoas que foram comigo, dois desistiram. Não era o que esperavam e não gostaram do trabalho.

Pode ser também que você vá trabalhar numa estação de esqui no meio dos Estados Unidos, onde a temperatura média é de -30°. E pode ser que sua jornada de trabalho comece às 5 da madruga, tendo que subir lá no topo da montanha pra tirar excessos de neve. Mas já pensou na vista recompensadora que terá do nascer do sol por trás das montanhas congeladas? Ou aprender snow board?

»» Work Experience : Trabalho em rede de hotelaria

Tem opções de trabalho pra todos os gostos, ou todos os frios rs. Então meu conselho é você pensar bastante antes de escolher seu trabalho. Escolha o lugar que vai se proporcionar um melhor bem estar, mas que ao mesmo tempo te proporcione desafios. Eu escolhi o deserto e amei!

Conclusão

Quebrei muitos copos e pratos, meus pés e mãos ficavam esfolados, minhas costas doíam. Tive até mesmo que trabalhar 15 dias diretos no Natal, pois esqueceram de me dar folga. Do outro lado, voltei com a bagagem cheia de amigos pra uma vida inteira, inglês tinindo, conhecimento da cultura americana e várias viagens e momentos que jamais irei esquecer.

Feira de Contratação para trabalho no exterior durante as férias universitárias

Que tal durante as férias universitárias viver uma experiência de trabalho nos Estados Unidos? Além de estar empregado legalmente, o participante tem a oportunidade de aprimorar o inglês, conviver com pessoas do mundo todo e ainda ter ganhos entre 8 a 12 dólares por hora, podendo receber até US$ 1.600 de salário mensal.



Work Experience IE

Work Experience IE
Férias universitária nos EUA

É o que promete o programa Work Experience da IE Intercâmbio! As vagas são para estações de esqui na Califórnia e Colorado, parques aquáticos, hotéis e resorts em Miami com carga horária mínima de 32h e máxima de 40h semanais. A modalidade é exclusiva para universitários entre 18 a 29 anos com nível de inglês a partir do intermediário. 

Antes de participar das entrevistas, o interessado precisa fechar o pacote a partir de US$ 1.899 dólares e informar, no momento da inscrição, para qual vaga de emprego quer concorrer. O pagamento pode ser à vista ou, se preferir, realizar uma entrada e quitar o restante em até 12 parcelas.

Segundo a diretora do WE, Luciana Gomes, o candidato consegue arcar com os custos de acomodação e alimentação com o salário que ele recebe. “É um ótimo investimento porque vai praticar o inglês, viver uma experiência bem diferente, ter contato com a neve, conhecer a cultura americana e agregar ao currículo um trabalho internacional”, acrescentou.

Feira de Contratação

Com a inscrição e documentos autorizados pela IE Intercâmbio, o candidato deve comparecer nas entrevistas presenciais direto com os empregadores americanos. O processo seletivo será durante a 17ª feira de contratação nos dias 18, 26 e 27 de agosto das 9h às 18h, no Hotel Windsor Leme, localizado na avenida Atlântica, 656, no Rio de Janeiro.

“Antes da inscrição, realizamos em nossas agências uma pré-seleção com os universitários, auxiliamos na escolha do empregado e passamos orientações para realizarem uma boa entrevista. Afinal, será uma entrevista de trabalho em inglês,  explicou Luciana , anunciando que neste ano as vagas disponíveis giram em torno de 300 a 500 para diversas funções.

Entre as empresas contratantes o candidato poderá concorrer a uma vaga na Boyne Mountain Resort do Michigan, Loews Hotel em Miami, Wilderness Resort de Wisconsin Dells e Euro Snack da Califórnia e The Summit at Snoqualmie no estados de Washington. A duração do trabalho varia de 3 a 4 meses, conforme as férias do aluno.

Trabalho, amadurecimento e imersão cultural

Work Experience IE
Work Experience IE

O Work Experience começou em 1998 com um grupo de 48 pessoas e, dez anos depois, 3.000 mil participantes foram enviados em uma única temporada. Desde que a IE começou com o programa, mais de 20 mil estudantes universitários arrumaram as malas para trabalhar durante as férias nos Estados Unidos.

Quem faz parte dessa estatística é a apresentadora da TV Globo, Fernanda Gentil que viveu essa experiência no Colorado em 2005 e 2006. “Aprendi a ter disciplina, responsabilidade, administrar o meu dinheiro. E até no meu trabalho isso influencia por eu ter convivido muito com esporte durante o meu intercâmbio”, relembrou em depoimento.

“Trabalhar durante as férias universitárias e ainda ganhar em dólar foi uma das melhores experiências da minha vida! O fato de estar conectado com pessoas não só dos Estados Unidos, mas sim de todo o mundo, conhecendo lugares incríveis, culturas e adquirindo maturidade, realmente fazem valer a pena”, ressaltou o universitário Gabriel Gomides.

Para a mestre em administração de empresas, Ingrid Barreto, fazer intercâmbio torna o currículo mais atrativo. “Se estamos diante de uma entrevista na etapa final, aquele com uma vivência em outro país, entrará certamente. Pois, desperta maturidade e a necessidade de estabelecermos networking, característica diferenciada dos profissionais de hoje”, finalizou.

O quê? Experiência de trabalho nos EUA no período das férias universitárias por meio do programa Work Experience IE.

Quando? Durante a 17ª feira de contratação internacional com a presença de empregadores americanos.

Onde? Nos dias 18, 26 e 27 de agosto das 9h às 18h, no Hotel Windsor Leme, localizado na avenida Atlântica, 656, no Rio de Janeiro.

Sobre a IE intercâmbio

A IE é uma das maiores redes de intercâmbio cultural do Brasil, com agências de norte a sul do país. Especialista em intercâmbio de estudo, trabalho ou universidades no exterior é uma das empresas mais reconhecidas e tradicionais do segmento. Para estudar no exterior, fazer high school, viajar nas férias ou ter uma experiência de trabalho, a IE oferece intercâmbios para todas as idades. Acesse o site Oficial: www.ie.com.br.

Redes Sociais IE intercâmbio

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https://twitter.com/ieintercambio
https://www.youtube.com/user/ieintercambio

Divulgação: Rojas Comunicação
Tel. (11) 3675-4940

Quer saber mais sobre Work Experience ?

→ Work Experience : Saiba mais sobre o intercâmbio

 Meu resumo do Work Experience

 Work Experience : Trabalho em rede de hotelaria

 Work Experience : Feira de Contratação

Work Holiday Nova Zelandia

Working Holiday : Viaje e trabalhe por um ano na Nova Zelândia

Já pensou em receber um Carimbo no Passaporte e viajar com direito a trabalho por 1 ano na Nova Zelândia?

Work Holiday Nova Zelândia



Desde 2008, em um acordo realizado entre os governos do Brasil e da Nova Zelândia, anualmente são emitidos, de maneira recíproca, um modelo de visto de trabalho e férias, o chamado Working Holiday Visa, que permite que brasileiros viajem e trabalhem legalmente por um ano no país da Terra-Média de O Senhor dos Anéis.

O problema inicial ao planejar uma viagem de longa duração surge com as questões burocráticas que cada país estabelece para liberar seu acesso e permanência.

O passaporte brasileiro é muito bem aceito em – são poucos países que exigem visto prévio de brasileiros para turismo. Mas para permanecer além dos três meses usuais garantidos aos turistas, a história é completamente diferente.

»» 10 países para viajar sem visto

Como conseguir ?

 No caso do acordo brasileiro com a Nova Zelândia, anualmente através do Working Holiday Visa é liberada uma cota de apenas 300 vistos (eis aí o grande problema) que permitem que se consiga trabalho e estadia no país por até um ano. É um visto de trabalho basicamente, com a única restrição que o candidato não seja contratado pelo mesmo empregador por mais de três meses.

O intuito da Nova Zelândia ao liberar esta cota é que você viaje também, afinal é um visto de trabalho e férias. É para isso que você veio e trabalhar seria apenas uma forma de sustentar os gastos com o turismo. No entanto, nada impede que, uma vez no país, caso surja uma proposta de trabalho permanente, que você aplique para um Work Permit, mas isto não vem ao caso no momento.

Limitações

Para conseguir uma das 300 vagas que são abertas anualmente, o potencial candidato deve estar enquadrado em uma série de critérios exigidos, como:

Ter no mínimo 18 e não mais que 30 anos de idade (ps: Isto é válido no momento da candidatura. Logo, se você tem 17 anos deve esperar um pouco mais, mas se já está com 30 ainda pode se candidatar mesmo que chegue na Nova Zelândia já com 31 anos).

 Não viajar com crianças (Não é proibido que se tenha filhos, mas eles deverão ficar no Brasil).

→ Ter uma passagem de retorno ao Brasil ou comprovar ter quantia suficiente para comprá-la.

→ Trazer ao menos NZ$4.200 para bancar seus custos iniciais no país.

Viajar para a Nova Zelândia para tirar férias, o trabalho deve ser sua intenção secundária.

Não ter sido aprovado para o Working Holiday Visa anteriormente (O visto é concedido uma vez só na vida. Se por acaso você foi aprovado anteriormente e desistiu de viajar, já era).

E, caso você já esteja na Nova Zelândia, que tenha um visto válido (Se você ficar ilegal no país em algum momento terá problemas sérios e o Working Holiday Visa não é uma solução para o seu caso, amigo).

O que fazer ANTES da data marcada

O site do governo neozelandês é auto-explicativo, fonte básica e obrigatória de referência, mas podemos dar algumas dicas a partir de nossa experiência que não estão escritas por lá:

Com a cota de apenas 300 vistos e com a quantidade de brasileiros atualmente com condições de viajar ao exterior, desde 2008 as vagas para o Working Holiday Visa têm se esgotado cada vez mais rápido, atualmente sendo preenchidas em questão de minutos.

Como cada minuto conta na disputa pelas vagas, acesse o site da imigração com antecedência e crie seu nome de usuário e senha dias antes do processo para o Working Holiday Visa ser aberto. Criar um cadastro no dia da abertura das vagas pode não só te deixar para trás como o site pode ficar sobrecarregado e nem sequer te permitir começar a preencher suas informações.

O dia de abertura das inscrições

O Working Holiday Visa da Nova Zelândia para brasileiros abre, em geral, no início de Setembro. Em geral porque a data exata muda de um ano a outro, mas um tempo antes a Imigração confirma data e horário exatos do disparo da boiada.

Esteja online no exato momento de abertura das inscrições!

No dia e hora anunciados eles habilitam um questionário que deve ser preenchido – nada muito complexo ou que impeça sua candidatura. São perguntas sobre seus dados pessoais, histórico de saúde, profissional e educacional. Mas todo em inglês o que pode ser uma barreira para quem não domine (ou não tenha um amigo que ajude na hora).

Ao final uma taxa que deve ser paga somente com cartão de crédito (internacional, claro), mas que pode ser em nome de terceiros. 

O que fazer após o pagamento da taxa do Working Holiday Visa?

Caso você tenha feito o pagamento com sucesso, comemore! Isto significa que você está no grupo dos 300 brasileiros que entraram na cota anual do Working Holiday Visa na Nova Zelândia (caso a cota tivesse estourado eles não permitiriam que você efetuasse o pagamento).

A partir deste momento você ainda precisa cumprir algumas etapas para garantir a aprovação do Working Holiday Visa, pois caso contrário sua vaga será passada adiante.

Exame Médico

Passado o sufoco da correria para preencher o formulário e efetuar o pagamento, você receberá um email informando que para finalizar a sua candidatura você deve preencher o formulário INZ 1096, escolher um dos médicos certificados por eles e encaminhar tudo junto a uma chapa de Raio-X provando que você não tem tuberculose, por correio em até 15 dias.

As clínicas certificadas saberão te encaminhar no processo todo de preenchimento deste formulário, mas é fundamental pesquisar preços entre todos os médicos habilitados, pois nenhum deles aceita convênio de plano de saúde e o valor cobrado pelo exame é completamente arbitrário.

A aprovação e concessão do Working Holiday Visa

Enviado o material e o exame médico, basta esperar. O site da imigração permite um acompanhamento online do processo e te fornece email e telefone de contato do agente que cuidará da emissão de seu Working Holiday Visa para que possa tirar alguma dúvida. No nosso caso, duas semanas depois de enviado recebemos a aprovação (uma para cada um em processos separados – não existe visto como “parceiro” no caso do Working Holiday Visa, é cada um por si).

Uma vez com a aprovação em seu email, você terá até um ano para se preparar e chegar à Nova Zelândia para começar sua aventura. Só a partir da data de desembarque os doze meses de vigência do Working Holiday Visa começam a contar.